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quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Teco Padaratz dribla o medo e põe o surfe na onda de 2016: ‘O Rio é o cara’
Entre lançamento de CD e filme, dono da etapa brasileira do Circuito Mundial vibrava com as ações da polícia carioca: ‘Hoje me sinto mais seguro aqui’
Entre uma e outra viagem para divulgar seu novo CD, Teco Padaratz, em Florianópolis, sentado no sofá de casa e ao lado da mãe, assistiu pela TV à ação da polícia no Complexo do Alemão, no fim do ano passado. Era um alívio para quem ainda oscilava entre a certeza de ter tomado a decisão comercial correta e o medo de expor a elite do surfe aos possíveis riscos de uma metrópole. A pacata Imbituba, que recebeu a etapa brasileira por oito anos, ficou pequena. O Rio de Janeiro, então, aproveitou a onda das Olimpíadas de 2016 para voltar a ser o Brasil no calendário do Circuito Mundial. O Rio Pro começa nesta quarta-feira, e o SporTV.com transmite ao vivo.Leia mais notícias de surfe
Desde 2009 havia pressão de patrocinadores para que a etapa fosse transferida. Imbituba carregava o surfe nas costas a duras penas. A cidade não comportava, por exemplo, boa conexão de internet, condição necessária para um campeonato com transmissão em todo o mundo.
- Lá em Santa Catarina também é mais difícil conseguir parceiros.
estarão em seu filme (Foto: Divulgação)
Teco passou a frequentar a casa da “Duda”, de quem sempre ouvia a promessa de levar de volta ao Rio o Mundial. Mas o catarinense tinha feito um acordo com o então governador de seu estado. No ano passado, com o fim do mandato, aceitou a proposta.
- O Brasil é galera, é entusiasmo. Nunca vai se comparar à qualidade de ondas como Pipeline e Teahupoo, mas podemos mostrar que temos ondas boas sim – disse.
Teco tem ficado direto no Rio há praticamente um mês. Deixa a cidade para visitar a família em Florianópolis e para divulgar o CD “Verdade Sempre”. Também acompanha a finalização de um filme sobre sua história. “Cut Back”, dirigido por Alex Miranda, vai contar a vida do surfista bicampeão do WQS. Um surfista que foi empurrado para um sonho.
- Aprendi que brasileiro, para ser campeão mundial, tem que virar gringo.
Fabinho teve seu filme lançado com sucesso em 2004. O de Teco, garante o surfista, não é apenas um filme de surfe.
- O filme do Teco é mais interior, menos festa e mais drama de evolução pessoal – conta o diretor.
WT RJ !
09/05/2011 12h23 - Atualizado em 09/05/2011 20h28
Do píer, Pepê e Rico a Slater, Irons e Occy, Rio revive sua história no surfe
Após dez anos sem receber a elite do Circuito Mundial, cidade aproveita a onda para resgatar a cultura de um esporte que nasceu em meio à ditadura
Era uma época em que carregar uma prancha - de 12kg, 15kg - despertava desconfiança. Recém-nascido na década de 60, o surfe carioca cresceu em meio à ditadura militar. E dois verdadeiros meninos do Rio, Rico de Souza e Pepê Lopes, abriram as portas da cidade para o esporte. Anos mais tarde, um Kelly Slater ainda cabeludo conquistou ali o primeiro de seus dez títulos mundiais, em 1992. Já hexa e careca, ele estava de férias quando o Arpoador viu Andy Irons aparecer em 2001, mesmo ano em que Mark Occhilupo, hoje aposentado, quase foi parar numa delegacia. A cidade, que na última década ficou à margem do Circuito Mundial, volta a respirar surfe com o Rio Pro, que começa nesta quarta-feira, na Barra da Tijuca ou, dependendo das condições, no Arpoador. O SporTV.com vai transmitir ao vivo. Leia mais notícias de surfe.Houve época em que era proibido surfar entre 8h e 14h. E só era permitido pegar onda até 200 metros dos cantos das praias.
(Foto: Arquivo Pessoal / Rico Surf)
As ondas do píer se formavam com perfeição por conta da dragagem. A areia retirada da água era depositada ali ao lado, e o local ganhou o apelido de Dunas de Ipanema. As dunas da Gal.
Foi em uma direita do píer que Rico conheceu Pepê, então um garoto de 13 anos, louro e cabeludo. No fim do dia, já eram amigos. Passou a fazer algumas pranchas para o menino que, em 1976, venceu a primeira etapa do Mundial realizada no Brasil. Onde? No Arpoador, claro. Pepê, que depois se tornou campeão mundial de voo livre, morreu em 1991, em um acidente no Japão.
Do título de Pepê no Arpoador até 2001, último ano do Mundial na cidade, foram muitas histórias nas areias cariocas. A maior delas em 1992, com a primeira vitória de Slater. Em 1994, Plínio Ribas, irmão de Victor Ribas, perdeu uma polêmica final de WQS para o careca - ainda cabeludo. Plínio saiu do mar - naquele dia com ondas miúdas - da Barra da Tijuca aplaudido. Slater, vaiado. O público não concordava com as notas.
Mais tarde, o americano disse que Plínio era o melhor surfista em ondas pequenas que ele já tinha visto. Mal sabia que o brasileiro pouco sabia nadar. Só competia bem quando o mar estava pequeno.
Em 2000, um já polêmico Sunny Garcia sagrou-se campeão na Barra da Tijuca. Seu primeiro e único título mundial. O havaiano, hoje com 40 anos e uma passagem pela cadeia - três meses, por sonegação fiscal - ainda disputa campeonatos e, portanto, ainda pode voltar para um WQS.
- Não era eu – disse, com um sorriso maroto, ao GLOBOESPORTE.COM.
Daquele ano, fica ainda a lembrança de Andy Irons, que aproveitava a ausência de Slater para mostrar seu talento no Circuito Mundial. Na estreia da etapa carioca, fez a maior pontuação – 25,00 pontos em 30 possíveis. Mas caiu na seguinte, diante de Trent Munro. O australiano seguiu até a final e derrotou Occy para ser campeão.
Foi uma temporada que terminou cedo, com apenas cinco etapas. As outras foram canceladas depois dos atentados de 11 de setembro. O americano CJ Hobgood foi o campeão. Um título que, até hoje, ainda não o convenceu. Diz ser "um campeão esquecido".
Andy naquele ano terminou em décimo. Nas três temporadas seguintes, conquistou o caneco. O último deles na catarinense Imbituba, que até o ano passado recebeu a etapa brasileira. Andy morreu em novembro, sob circunstâncias ainda não esclarecidas. Slater, seu maior rival, não sabe se continua ou para. O maior da história volta à cidade que primeiro o consagrou.
(Foto: Arquivo Pessoal / Rico Surf)
- Estou superinstigado. Sei que vai todo estar torcendo – disse.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Catarinense Diego Michereff conquista vaga para Mundial ISA no Panamá
Equipe Catarinense Fecasurf fica com a quinta colocação na segunda etapa do Circuito Brasileiro de Surf Amador 2011 na Bahia
A Equipe Catarinense de Surf da Fecasurf representou muito bem nosso estado, mas o resultado por equipes não foi dos melhores e o time acabou na quinta colocação da segunda etapa do Circuito Brasileiro de Surf Amador 2011, realizada na Praia de Jaguaribe, Salvador/BA durante os dias 06, 07 e 08 de maio.
Os destaques ficaram para os catarinenses do norte do estado André Heiden de São Francisco do Sul/SC que subiu ao pódio na quarta colocação da categoria Iniciantes e Diego Michereff de Barra Velha/SC que além de subir ao pódio na terceira colocação da categoria Open, garantiu com este resultado, sua vaga para integrar o time brasileiro nos Jogos Mundiais de Surf, o ISA World Surfing Games, considerado Olimpíadas do Surf, que acontece em Junho no Panamá.
Nesta etapa da Bahia o estado também foi representado pelos atletas: Jussemir Junior, Diego Michereff e Gabriel Castigliola na categoria Open, Cainã Barletta e Matheus Navarro na categoria Junior, Luan Wood e Yrvin Ravi na Categoria Mirim, Gustavo Ramos e André Heiden na categoria Iniciantes e Marina Resende nas categorias Femininas com o técnico Elder Leão.
A Fecasurf está apoiando os atletas através da importante parceria com o Governo do Estado de Santa Catarina através do Fundesporte e Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte.
Classificação por equipes na Bahia
1O Ceará 158
2o São Paulo 142
3O Paraíba 136
4O Rio de Janeiro 118
5OSanta Catarina 106
6O Bahia 96
7O Rio G. do Norte 80
8O Espírito Santo 58
Classificação dos atletas na Bahia
Open
1º Michael Rodrigues CE
2º Deivid Silva SP
3º Diego Michereff SC
4º Marcelo Alves BA
Júnior
1º Michael Rodrigues CE
2º Elivelton Santos PB
3º Deivid Silva SP
4º Lyssandro Leandro ES
Mirim
1º Elivelton Santos PB
2º Edgar Groggia SP
3º Igor Morais SP
4º Lucas Silveira RJ
Iniciante
1º Victor Bernardo SP
2º Igor Morais Seleção SP
3º Rafael Venuto CE
4º André Heiden SC
Open Feminina
1º Gilvanilta Ferreira RN
2º Estefany Freitas CE
3º Rafaela Bahia CE
4º Isabela Lima RJ
Júnior Feminino
1 Estefany Freitas CE
2º Carol Fernandes RJ
3º Camila Neros CE
4º Yorrana Borges PB
Ranking CBS de Seleções após 2ª etapa
1O São Paulo SP 1900 pontos
2O Ceará CE 1729
3o Paraíba PB 1710
4O Santa Catarina SC 1466
5O Rio de Janeiro RJ 1385
6O Rio Grande do Norte RN 1121
6O Bahia BA 1121
8O Espírito Santo ES 956


A Equipe Catarinense de Surf da Fecasurf representou muito bem nosso estado, mas o resultado por equipes não foi dos melhores e o time acabou na quinta colocação da segunda etapa do Circuito Brasileiro de Surf Amador 2011, realizada na Praia de Jaguaribe, Salvador/BA durante os dias 06, 07 e 08 de maio.
Os destaques ficaram para os catarinenses do norte do estado André Heiden de São Francisco do Sul/SC que subiu ao pódio na quarta colocação da categoria Iniciantes e Diego Michereff de Barra Velha/SC que além de subir ao pódio na terceira colocação da categoria Open, garantiu com este resultado, sua vaga para integrar o time brasileiro nos Jogos Mundiais de Surf, o ISA World Surfing Games, considerado Olimpíadas do Surf, que acontece em Junho no Panamá.
Nesta etapa da Bahia o estado também foi representado pelos atletas: Jussemir Junior, Diego Michereff e Gabriel Castigliola na categoria Open, Cainã Barletta e Matheus Navarro na categoria Junior, Luan Wood e Yrvin Ravi na Categoria Mirim, Gustavo Ramos e André Heiden na categoria Iniciantes e Marina Resende nas categorias Femininas com o técnico Elder Leão.
A Fecasurf está apoiando os atletas através da importante parceria com o Governo do Estado de Santa Catarina através do Fundesporte e Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte.
Classificação por equipes na Bahia
1O Ceará 158
2o São Paulo 142
3O Paraíba 136
4O Rio de Janeiro 118
5OSanta Catarina 106
6O Bahia 96
7O Rio G. do Norte 80
8O Espírito Santo 58
Classificação dos atletas na Bahia
Open
1º Michael Rodrigues CE
2º Deivid Silva SP
3º Diego Michereff SC
4º Marcelo Alves BA
Júnior
1º Michael Rodrigues CE
2º Elivelton Santos PB
3º Deivid Silva SP
4º Lyssandro Leandro ES
Mirim
1º Elivelton Santos PB
2º Edgar Groggia SP
3º Igor Morais SP
4º Lucas Silveira RJ
Iniciante
1º Victor Bernardo SP
2º Igor Morais Seleção SP
3º Rafael Venuto CE
4º André Heiden SC
Open Feminina
1º Gilvanilta Ferreira RN
2º Estefany Freitas CE
3º Rafaela Bahia CE
4º Isabela Lima RJ
Júnior Feminino
1 Estefany Freitas CE
2º Carol Fernandes RJ
3º Camila Neros CE
4º Yorrana Borges PB
Ranking CBS de Seleções após 2ª etapa
1O São Paulo SP 1900 pontos
2O Ceará CE 1729
3o Paraíba PB 1710
4O Santa Catarina SC 1466
5O Rio de Janeiro RJ 1385
6O Rio Grande do Norte RN 1121
6O Bahia BA 1121
8O Espírito Santo ES 956
fonte: fecasurf
domingo, 8 de maio de 2011
Odirlei Coutinho vence o WQS de Xangri-lá no último minuto de bateria
Paulista de 31 anos garante o prêmio na última onda surfada e festeja sua primeira vitória em etapas do WQS. A próxima será em Imbituba.
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| Odirlei Coutinho no podium |
- Eu decidi ficar lá no fundo esperando e foi lá que entrou a esquerda que foi minha primeira onda boa. O Rudá (Carvalho) estava ganhando, mas eu estava na prioridade da direita que me deu a vitória, remei junto com ele e joguei tudo na junção, que aqui é bem difícil porque a bancada é muito rasa e foi show de bola. Deu altas ondas no campeonato e a galera daqui é demais, só tenho que agradecer a todos - disse Coutinho.
O domingo de céu nublado na Praia de Atlântida não desanimou os surfistas. O mar estava bem diferente de sábado, com ondas de três a quatro pés com melhor formação - o que garantiu uns belos tubos durante o dia. O melhor foi o de Leandro Usuña, na semifinal, que valeu a única nota 10 do campeonato. O argentino estava em último na bateria e conseguiu a classificação com a nota, garantindo o terceiro lugar do pódio.
Na final, as ondas praticamente sumiram. A bateria decisiva começou às 13h, com céu nublado e longas calmarias. Odirlei Coutinho pegou a primeira onda, mas ela fechou rápido. Já Rudá Carvalho foi quem surfou a primeira onda boa, acertou duas manobras fortes numa direita da série e ganhou nota 6,67 para largar na frente na briga pelos 16.000 dólares. As ondas só começaram a bombar quando faltava menos de 10 minutos para terminar a bateria.
| Odirlei Coutinho garante o prêmio na última onda surfada (Foto: Daniel Smorigo/ASP) |
A próxima etapa do WQS será na Praia da Vila, em Imbituba, sul de Santa Catarina, prevista para 31 de maio a 05 de junho.
Confira a pontuação final e a premiação dos quatro primeiros colocados:
1º) Odirlei Coutinho (SP) - 14.16 pontos - US$ 16.000 e 2.000 pontos
2º) Rudá Carvalho (BA) - 11.00 pontos - US$ 8.000 e 1.500 pontos
3º) Leandro Usuña (ARG) - 5,13 pontos - US$ 5.250 e 1.125 pontos
4º) Peterson Rosa (PR) - 4,93 pontos - US$ 4.750 e 984 pontos
Perseguição aquática
Por Marcio David em 03/05/11 00:01 GMT-03:00
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Caetano Vargas, Fernando de Noronha (PE). Foto: Marcio David. |
O projeto tem como principal meta divulgar o poder da reciclagem e a importância de conscientizar as pessoas para preservar e cuidar do oceano e de todo o meio ambiente.
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Greg Cordeiro, Fernando de Noronha (PE). Foto: Marcio David. |
Em Noronha, a equipe fez coleta de lixo em todas as praias por onde passou e percebeu uma grande diferença em relação aos outros lugares. A maioria das praias é limpa e as pessoas têm uma consciência maior em relação ao lixo. Essa é uma atitude fundamental para a preservação do arquipélago, um dos paraísos mais belos do mundo.
Nossa temporada também foi marcada por tubos incríveis e ondas espetaculares que quebraram na praia do Bode e na Cacimba do Padre. Greg Cordeiro delirou com os diversos tubos surfados e com o prazer de estar ao lado de amigos e grandes surfistas profissionais.
Clique aqui para obter mais informações sobre o trabalho do fotógrafo Márcio David
sábado, 7 de maio de 2011
WQS PRIME
Por apenas seis centésimos, Miguel Pupo fatura o WQS prime em Trestles
Brasileiro bate americano Gudauskas em final equilibradíssima: 13,63 a 13,57 Com seis representantes nas quartas de final, o Brasil tinha um caminho promissor pela frente no WQS seis estrelas prime de Trestles, nos Estados Unidos. Mas para trazer o título para o país, foi preciso sobreviver a uma das baterias mais apertadas da história do surfe. O brasileiro Miguel Pupo desbancou o americano Tanner Gudauskas com o incrível placar de 13,63 a 13,57. Por apenas seis centésimos de diferença, conseguiu levantar a taça.
Miguel Pupo festeja o título em Trestles com o cheque de 40 mil dólares (Foto: Divulgação)Na semifinal, com um pouco mais de folga, Pupo derrotou o compatriota Thiago Camarão por 16,70 a 12,67. Na outra semi, Gudauskas passou pelo brasileiro Jessé Mendes, em outra disputa equilibrada: 12,03 a 11,33. Os outros três brasucas caíram nas quartas.
Pupo na água: o brasileiro arrancou uma vitória
apertada na final (Foto: Divulgação)Jadson André perdeu para Pupo, também em uma bateria de alto nível e muito equilíbrio, por 15,24 a 14,93. Gudauskas despachou Heitor Alves por 16,37 a 11,76. E Junior Faria perdeu para Camarão por 14,50 a 11,47. O outro surfista das quartas era o americano Kolohe Andino, que tombou diante de Jessé por 11,60 a 8,33 – Andino foi o único da fase final do torneio que não conseguiu um somatório maior que 10,00.
Eliminados nas quartas, Jadson e Heitor encararam Trestles como um aquecimento para surfar em seu país. Os dois estarão no Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial, cuja janela de espera começa nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro. O SporTV.com transmite o torneio brasileiro ao vivo.
Quartas de final:
1. Tanner Gudauskas EUA 16,37 x 11,76 Heitor Alves BRA
2. Kolohe Andino EUA 8,33 x 11,60 Jessé Mendes BRA
3. Junior Faria BRA 11,47 x 14,50 Thiago Camarão BRA
4. Miguel Pupo BRA 15,24 x 14,93 Jadson André BRA
Semifinais:
1. Tanner Gudauskas EUA 12,03 x 11,33 Jessé Mendes BRA
2. Thiago Camarão BRA 12,67 x 16,70 Miguel Pupo BRA
Final:
1. Tanner Gudauskas EUA 13,57 x 13,63 Miguel Pupo BRA
Com seis representantes nas quartas de final, o Brasil tinha um caminho promissor pela frente no WQS seis estrelas prime de Trestles, nos Estados Unidos. Mas para trazer o título para o país, foi preciso sobreviver a uma das baterias mais apertadas da história do surfe. O brasileiro Miguel Pupo desbancou o americano Tanner Gudauskas com o incrível placar de 13,63 a 13,57. Por apenas seis centésimos de diferença, conseguiu levantar a taça.
Miguel Pupo festeja o título em Trestles com o cheque de 40 mil dólares (Foto: Divulgação)Na semifinal, com um pouco mais de folga, Pupo derrotou o compatriota Thiago Camarão por 16,70 a 12,67. Na outra semi, Gudauskas passou pelo brasileiro Jessé Mendes, em outra disputa equilibrada: 12,03 a 11,33. Os outros três brasucas caíram nas quartas.
Pupo na água: o brasileiro arrancou uma vitória
apertada na final (Foto: Divulgação)Jadson André perdeu para Pupo, também em uma bateria de alto nível e muito equilíbrio, por 15,24 a 14,93. Gudauskas despachou Heitor Alves por 16,37 a 11,76. E Junior Faria perdeu para Camarão por 14,50 a 11,47. O outro surfista das quartas era o americano Kolohe Andino, que tombou diante de Jessé por 11,60 a 8,33 – Andino foi o único da fase final do torneio que não conseguiu um somatório maior que 10,00.
Eliminados nas quartas, Jadson e Heitor encararam Trestles como um aquecimento para surfar em seu país. Os dois estarão no Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial, cuja janela de espera começa nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro. O SporTV.com transmite o torneio brasileiro ao vivo.
Quartas de final:
1. Tanner Gudauskas EUA 16,37 x 11,76 Heitor Alves BRA
2. Kolohe Andino EUA 8,33 x 11,60 Jessé Mendes BRA
3. Junior Faria BRA 11,47 x 14,50 Thiago Camarão BRA
4. Miguel Pupo BRA 15,24 x 14,93 Jadson André BRA
Semifinais:
1. Tanner Gudauskas EUA 12,03 x 11,33 Jessé Mendes BRA
2. Thiago Camarão BRA 12,67 x 16,70 Miguel Pupo BRA
Final:
1. Tanner Gudauskas EUA 13,57 x 13,63 Miguel Pupo BRA
apertada na final (Foto: Divulgação)
Eliminados nas quartas, Jadson e Heitor encararam Trestles como um aquecimento para surfar em seu país. Os dois estarão no Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial, cuja janela de espera começa nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro. O SporTV.com transmite o torneio brasileiro ao vivo.
Quartas de final:
1. Tanner Gudauskas EUA 16,37 x 11,76 Heitor Alves BRA
2. Kolohe Andino EUA 8,33 x 11,60 Jessé Mendes BRA
3. Junior Faria BRA 11,47 x 14,50 Thiago Camarão BRA
4. Miguel Pupo BRA 15,24 x 14,93 Jadson André BRA
Semifinais:
1. Tanner Gudauskas EUA 12,03 x 11,33 Jessé Mendes BRA
2. Thiago Camarão BRA 12,67 x 16,70 Miguel Pupo BRA
Final:
1. Tanner Gudauskas EUA 13,57 x 13,63 Miguel Pupo BRA
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