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terça-feira, 17 de maio de 2011

Alejo é o dono da festa

O prêmio Fluir@Waves 2011 aconteceu na última segunda-feira no clube Costa Brava, Rio de Janeiro (RJ). O Oscar do surf brasileiro, pela décima sétima vez apontou os melhores do Brasil, na opinião dos leitores da revista Fluir e do portal Waves.

Alejo Muniz fatura carrão zerado. Foto: Pedro Monteiro.

A maior e mais tradicional celebração do surf nacional premiou com a Saveiro Volkswagen zerada o catarinense Alejo Muniz, o mais votado pelos internautas. Na segunda colocação ficou o paulista Adriano de Souza e na terceira o potiguar Jadson André.

"Este é o prêmio de maior prestígio que temos aqui no Brasil. Esta é a primeira vez que fui nomeado e já foi logo em várias categorias. Já estava tenso que não tinha vencido nenhuma e ficou pro final, que foi a melhor de todas. Estou muito feliz", comemora Alejo Muniz.

Danilo Couto dedica prêmio de melhor big rider ao parceiro Rodrigo Resende. Foto: Pedro Monteiro.
 
Entre as meninas, quem levou a melhor foi a cearense Silvana Lima, que pela conquista faturou uma moto 0km. A catarinense Jacqueline Silva e a carioca Maya Gabeira foram as outras finalistas.

"Este prêmio representa muito para mim. O prêmio está evoluindo. No ano passado ganhei uma passagem para a Indonésia e agora uma moto. Isto me motiva para melhorar e querer ser sempre a melhor brasileira. Estou super feliz e quero dar parabéns para a Maya Gabeira e Jacqueline Silva", diz Silvana Lima.

A cerimônia de premiação contou com apresentação de Ricardo Bocão, legend do surf brasileiro e proprietário do canal de televisão Woohoo, ao lado de Elaine Gutgold.

Entre os premiados estiveram alguns dos principais nomes do esporte no Brasil, como Alejo Muniz, Adriano de Souza, Jadson André, Silvana Lima, Danilo Couto, Ricardo Wendhausen, Felipe Cesarano, Daniel Friedman, Fábio Gouveia, entre outros.

A premiação aconteceu durante o Billabong Rio Pro, etapa brasileira do ASP World Tour e contou com presença de grandes estrelas do surf mundial, além de ilustres figuras do mercado.

Diversos tops da elite mundial do surf estiveram presentes e prestigiaram o evento, como o dez vezes campeão mundial Kelly Slater.

Confira mais fotos em nossas próximas atualizações.

Vencedores do Prêmio Fluir@Waves 2011

Melhor Surfista - Masculino

1 Alejo Muniz
2 Adriano de Souza
3 Jadson André

Melhor Surfista - Feminino

1 Silvana Lima
2 Jacqueline Silva
3 Maya Gabeira

Revelação do ano Lucas Silveira
Melhor Longboarder Phil Rajzman
Melhor Big Rider Danilo Couto
Melhor Campeonato Hang Loose Pro Contest, Fernado de Noronha (PE)
Melhor Foto Jamie O'Brien, Teahupoo - Foto: Tim McKenna
Melhor Capa Pedro Manga, Teahupoo - Foto: Renato Tinoco
Melhor Anúncio Mormaii
Melhor Delírio
Karina Marques
Melhor Tubo Fábio Gouveia, Pipeline, Hawaii
Vaca Mais Sinistra Felipe Cesarano, Waimea, Hawaii
Melhor Manobra Ricardo Wendhausen - Rodeo Clown 540º, praia do Matadeiro (SC

Jadson avança no Arpoador

Com uma grande performance, o potiguar Jadson André avançou direto para a terceira fase do Billabong Rio Pro 2011, terceira etapa do World Tour iniciada nesta terça-feira no Arpoador, Rio de Janeiro (RJ).

Jadson André consegue classificação para o terceiro round do Billabong Rio Pro. Foto: © ASP / Kirstin

Em ondas de 1,5 metros no palco alternativo do evento, o brasileiro, nono colocado do ranking, liderou a sétima bateria da primeira fase desde o início contra o norte-americano Gabe Kling (2o) e o aussie Bede Durbidge (3o).

Jadson abriu o placar com uma forte pancada de frontside de nota 7.50 e fechou o somatório com o melhor tubo do dia até o momento no Arpex, de 6.83 pontos. O potiguar ainda descartou um aéreo de nota 6.00.

Gabe Kling terminou em segundo com 10.66 e Bede Durbige em terceiro, com 7.90. Os dois têm uma nova chance de voltar ao evento principal na bateria da repescagem.

Peterson Crisanto O paranaense Peterson Crisanto, 18, é mais um brasileiro que encara a repescagem do Billabong Rio Pro. Em ondas de 1 metro, Petersinho acabou a sexta bateria do dia em terceiro e não conseguiu superar o inspirado decacampeão e líder do circuito mundial, Kelly Slater.

O norte-americano cravou nota 9.00 em duas pancadas de frontside na maior nota até o momento. Kelly fechou o somatório com 15.17 pontos para terminar à frente do australiano Julian Wilson, segundo colocado com 14.37, e do brasileiro, que somou 3.84 em suas duas melhores ondas.

O Billabong Rio Pro 2011 distribui US$ 500 mil de premiação total, a segunda maior do circuito, e oferece 10 mil pontos ao campeão no ranking do World Tour.

Clique aqui para ver o evento ao vivo. 

Primeira fase do Billabong Rio Pro 2011

1 Owen Wright (Aus) 13.60, 2 Heitor Alves (Bra) 7.67 e 3 Bobby Martinez (EUA) 7.47
1 Adrian Buchan (Aus) 11.84, 2 Kai Otton (Aus) 11.24 e 3 Adam Melling (Aus) 11.16
1 Taj Burrow (Aus) 16.33, 2 Ricardo dos Santos (Bra) 11.17 e 3 Alejo Muniz (Bra) 10.60
1 Mick Fanning (Aus) 15.07, 2 Simão Romão (Bra) 12.36 e 3 Dusty Payne (Haw) 11.66
1 Patrick Gudauskas (EUA) 8.13, 2 Jordy Smith (Afr) 8.07 e 3 Igor Morais (Bra) 6.34
1 Kelly Slater (EUA) 15.17, 2 Julian Wilson (Aus) 14.37 e 3 Peterson Crisanto (Bra) 3.84
1 Jadson André (Bra) 14.33, 2 Gabe Kling (EUA) 10.66 e 3 Bede Durbidge (Aus) 7.90
1 Jeremy Flores (Fra) 13.56, 2 CJ Hobgood (EUA) 10.80 e 3 Josh Kerr (Aus) 7.43
1 Damien Hobgood (EUA) 12.00, 2 Raoni Monteiro (Bra) 11.10 e 3 Tiago Pires (Por) 7.23   
1 Cory Lopez (EUA) 11.54 2 Chris Davidson (Aus) 10.00 e 3 Michel Bourez (Tah) 8.57
1 Daniel Ross (Aus), 14.90 2 Adriano de Souza (Bra) 14.67 e 3 Kieren Perow (Aus) 8.96

Rio Pro é adiado outra vez e deve começar nesta terça-feira no Arpoador

Vento forte, chuva e ondas mexidas impedem competição nesta segunda

Vento forte, chuva e ondas mexidas na manhã desta segunda-feira na Barra da Tijuca. Um dia depois de a havaiana Carissa Moore conquistar o título feminino, os organizadores do Rio Pro, diante das condições do mar, adiaram mais uma vez o início do campeonato masculino, terceira etapa do Circuito Mundial. A próxima chamada será na terça, às 7h, no Arpoador.
O vento e a chuva eram tão fortes no início da manhã que, por segurança, nem o gerador do palanque foi ligado.
A chave masculina ainda nem começou. A janela de espera vai até domingo. Dependendo das condições do mar, as disputas podem ser transferidas para o Arpoador.
Rio Pro adiamento (Foto: Gabriele Lomba/ GLOBOESPORTE.COM)
Dia de vento e chuva no Rio
Dia de vento e chuva no Rio
Primeira fase masculina:
1: Owen Wright (AUS), Heitor Alves (BRA), Bobby Martinez (EUA)
2: Adrian Buchan (AUS), Adam Melling (AUS), Kai Otton (AUS)
3: Taj Burrow (AUS), Alejo Muniz (BRA), Ricardo dos Santos (BRA)
4: Mick Fanning (AUS), Dusty Payne (HAV), Simão Romão (BRA)
5: Jordy Smith (AFS), Patrick Gudauskas (EUA), Igor Morais (BRA)
6: Kelly Slater (EUA), Julian Wilson (AUS), Peterson Crisanto (BRA)
7: Bede Durbidge (AUS), Jadson André (BRA), Gabe Kling (EUA)
8: Jeremy Flores (FRA), C.J. Hobgood (EUA), Josh Kerr (AUS)
9: Damien Hobgood (EUA), Tiago Pires (POR), Raoni Monteiro (BRA)
10: Michel Bourez (TAH), Chris Davidson (AUS), Cory Lopez (EUA)
11: Adriano de Souza (BRA), Kieren Perrow (AUS), Daniel Ross (AUS)
12: Joel Parkinson (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Taylor Knox (EUA)

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Taj Burrow visita Morro do Cantagalo e assina prancha para ser leiloada

Acompanhado das brasileiras Maya Gabeira e Silvana Lima, australiano visita o Projeto Favela Surf Clube, que recebeu doações de seu patrocinador

Quando colocou os pés no Morro do Cantagalo, Taj Burrow pensou que encontraria um cenário parecido com o que viu no filme "Cidade de Deus". Era aquela a imagem que tinha de uma favela brasileira. Nesta sexta-feira, o surfista australiano ficou surpreso ao encontrar circunstâncias diferentes da que tinha em mente, durante a visita ao Favela Surf Clube. Na companhia de Maya Gabeira e Silvana Lima, ele foi entregar os dez blocos doados pelo patrocinador e  assinou uma prancha, que ainda será autografada pelos demais competidores do Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial, e  leiloada na internet até o fim do evento. O lance mínimo é de R$1.000, e a renda será revertida ao projeto social.
- Aqui é muito bonito, é coisa de doido. A situação é difícil, mas é bonito demais. Há alguns anos visitei uma favela na África do Sul, mas lá era em terreno plano, sem essa vista. É muito legal dar oportunidade para essas crianças de fazer surfe e outros esportes. O importante é vê-las felizes e saudáveis - disse Taj.
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taj burrow surfe (Foto: Divulgação)Maya Gabeira, Silvana Lima e Taj Burrow e as crianças do projeto do Cantagalo (Foto: Divulgação)
Maya transita bem pela comunidade. Aprendeu a surfar com pessoas do Cantagalo, na escolinha de Paulo Dolabella no Arpoador, sem imaginar que se mais tarde teria quatro títulos do XXL, o “Oscar” das ondas grandes.
taj burrow surfe (Foto: Divulgação)Taj Burrow  (à direita), assina prancha que será
leiloada na internet (Foto: Divulgação)
- É importante que essas crianças vejam que é possível ter uma vida melhor através do surfe. Mesmo que eu tenha morado sempre na Zona Sul, aprendi a surfar com as pessoas daqui da comunidade. O Simão Romão cresceu aqui e também é uma figura importante para eles. Todos são bastante instruídos sobre a importância da educação através do esporte - afirmou Maya, uma das convidadas do Rio Pro.
Silvana Lima foi uma que viu a vida tomar outro rumo graças a uma prancha. E fez questão de lembrar os tempos difíceis de sua infância para inspirar as crianças e adolescentes.
- Eu não tinha nem o que comer direito. Quando voltava da aula, pegava fruta e tentava vender para levar dinheiro para casa. Agarrei a oportunidade do surfe e quando vim para o Rio consegui caminhar com as próprias pernas. Que vocês sigam este exemplo porque hoje estou entre as top. Já fui vice mundial duas vezes, mas brasileiro não desiste nunca e vou lutar até o fim da carreira - disse a cearense, que deu uma de suas pranchas para Rômulo, de 16 anos.
Além do exemplo para os futuros surfistas, Maya Gabeira considera importante também a mudança de olhar que os atletas do Circuito têm com relação à cidade após visitas assim.
-  Eles têm medo, mas quando chegam aqui vêm que a coisa  é diferente. O Taj, por exemplo, não vinha ao Rio há uns oito anos e não acompanhou as mudancas na cidade. Eles saem daqui com impressão positiva e levam isso para fora.

domingo, 15 de maio de 2011

Musa se despede do Rio Pro e leva biquínis brasileiros na bagagem

'O Rio me lembra muito o Havaí', diz Alana Blanchard após derrota para a americana Courtney Conlogue, que tirou uma nota 9,00 na repescagem.

Alana Blanchard demorou a sair da água. Passava a mão nos olhos para se certificar de que a maquiagem não estava borrada. A torcida masculina era toda para ela, mas não houve jeito de parar Courtney Conlongue. A americana tirou uma nota 9,00 na repescagem do Rio Pro e eliminou a musa havaiana. A loura da ilha do Kauai, vizinha da família Irons, deixa o Brasil com o melhor resultado da temporada – nono lugar – e com alguns biquínis a mais na mala. O SporTV.com transmite ao vivo.
- Comprei alguns, e minha patrocinadora vai passar a fazer os meus com cortes brasileiros, pois os acho muito bonitos e me sinto confortável - disse Alana.

Na primeira bateria deste domingo, Alana usava uma roupa de borracha preta - a parte debaixo, porém, era um biquíni. Na segunda, trocou o modelito. Escolheu um biquíni florido – “não-brasileiro”, mas pequeno.
Alana Blanchard e fãs no Rio Pro (Foto: Gabriele Lomba / GLOBOESPORTE.COM) 
Antes de chegar ao palanque, já eliminada, Alana parou ao lado da grade que impede a entrada dos fãs. Deu autógrafos, tirou fotos. Queria aproveitar cada momento que lhe restava com a camiseta de lycra do campeonato.
Quando enfim a tirou, arrancou suspiros. Assinou o recibo da premiação e foi conversar com alguns repórteres. Entre uma pergunta e outra, uma mexida no cabelo. Cabelo e pele, aliás, são constantes preocupações.
- Gosto de estar bonita. Sempre uso maquiagem nos olhos, mas tem que ser à prova d’água. E também tenho que passar protetor solar. Uso um que é bem fininho e não deixa minha pele branca - explica a surfista.
Alana Blanchard durante entrevista (Foto: Gabriele Lomba / GLOBOESPORTE.COM)Alana vai embora na segunda-feira. A próxima competição será na França, onde disputará a sexta das sete etapas da temporada. Neste ano, as meninas não competirão no Havaí.
- É uma pena não ter evento lá este ano... Mas o Rio me lembra muito o Havaí. Fiz tantas coisas legais aqui: comi em restaurantes ótimos, fiz compras, visitei uma favela... É uma cidade incrível.
Logo depois da eliminação de Alana, a havaiana Coco Ho também se despediu. Perdeu para a francesa Pauline Ado. Mais uma tristeza para a ala masculina da torcida.
Courtney perdeu em seguida, para a havaiana Carissa Moore

Em final de líderes amigas, havaiana de 18 anos leva o título do Rio Pro

Algoz de Silvana, Carissa Moore derrota australiana Sally Fitzgibbons e se isola na ponta do ranking após a quinta das sete etapas do Circuito Mundial

Era um tira-teima entre as duas melhores surfistas do ano. Mas era também um duelo de amigas. A havaiana Carissa Moore, de 18 anos, em sua quinta decisão na temporada, poderia até perder que, ainda assim, se manteria no topo do ranking. Na tarde deste domingo, depois de um longo dia de disputas, buscou as últimas forças, venceu a australiana Sally Fitzgibbons, de 20, e conquistou o Rio Pro, quinta das sete etapas do Circuito Mundial.
O SporTV.com transmite ao vivo.
- Temos uma rivalidade amiga, digamos assim - dizia Carissa, um pouco antes da final.
Carissa Moore campeã  surfe (Foto: Gabriele Lomba/ GLOBOESPORTE.COM)Carissa recebe um banho de champanhe de Sally (Foto: Gabriele Lomba/ GLOBOESPORTE.COM)
Carissa foi campeã na Gold Coast e em Sydney. Sally venceu em Bells Beach, também na Austrália, e em Taranaki, na Nova Zelândia. Só as duas têm chances de erguer o caneco. Nem mesmo Stephanie Gilmore, atual tetracampeã mundial, teve chance com elas este ano.
Se elas são imbatíveis?
- Não....As outras meninas são muito boas. Por sorte tivemos a oportunidade de estar nessa posição - disse Carissa.
A próxima etapa será em julho, em Biarritz, na França. A temporada termina em Huntington Beach, na costa oeste americana, em agosto.
Carissa Moore no Rio Pro (Foto: AP)Carissa Moore na final do Rio (Foto: AP)
Na final deste domingo, as surfistas pareciam até comadres nos minutos iniciais. As primeiras notas foram praticamente as mesmas: Carissa ganhou 6,67; Sally, 6,50.
Na segunda, Sally foi um pouco mais devagar. Levou 4,67. Carissa tirou 6,03 e partiu para uma outra, de backside. Quase caiu da prancha após um floater, mas se recuperou, deu uma batida e ganhou 8,10. A aussie passou a precisar de 8,27.

A dez minutos do fim, Sally pegou uma boa direita, forçou manobras até quase o inside, tirou 7,30 e voltou à briga. Agora tinha que trocar a outra nota por 7,48. Com a prioridade, Carissa ficou na cola da amiga. E saiu da água como campeã.
Final:
Carissa Moore (HAV) 14,87 x 13,80 Sally Fitzgibbons (AUS)
Semifinais:
1. Carissa Moore (HAV) 13,67 x 10,33 Silvana Lima (BRA)
2. Sally Fitzgibbons (AUS) 13,16 x 9,23 Stephanie Gilmore (AUS)
Quartas de final:
1. Silvana Lima (BRA) 13,63 x 12,27 Tyler Wright (AUS)
2. Carissa Moore (HAV) 11,50 x 9,33 Courtney Conlogue (EUA)
3. Sally Fitzgibbons (AUS) 12,44 x 10,97 Pauline Ado (FRA)
4. Stephanie Gilmore (AUS) 15,10 x Laura Enever 7,57 (AUS)
Quarta fase /repescagem:
1. Silvana Lima (BRA) 14,33 x 9,30 Paige Hareb (NZL)
2. Courtney Conlogue (EUA) 15,63 x 10,14 Alana Blanchard (HAV)
3. Pauline Ado (FRA) 12,40 x 11,86 Coco Ho (HAV)
4. Stephanie Gilmore (AUS) 13,84 x 9,24 Sofia Mulanovich (PER)
Terceira fase feminina:
1: Tyler Wright (AUS) 12,50, Silvana Lima (BRA) 7,14, Alana Blanchard (HAV) 1,97
2: Carissa Moore (HAV) 11,83, Courtney Conlogue (EUA) 11,26, Paige Hareb (NZL) 4,66
3: Sally Fitzgibbons (AUS) 13,17, Pauline Ado (FRA) 10,73, Sofia Mulanovich (PER) 8,00
4: Laura Enever (AUS) 11,66, Stephanie Gilmore (AUS) 9,00, Coco Ho (HAV) 9,00

- Eu estava muito nervosa de surfar contra a Sally...

Matheus Navarro domina o catarinense amador da Praia Mole

A quarta etapa do Circuito Catarinense Oceano de Surf Amador 2011 reuniu 126 surfistas de todo o estado


A bela Praia Mole, em Floripa, recebeu neste fim de semana, a presença de 126 surfistas amadores de todo o estado para mais uma boa disputa na quarta etapa do Circuito Catarinense Oceano de Surf Amador 2011 que é realizado pela Fecasurf.
O grande destaque da competição, campeão das categorias Open e Junior, foi o surfista de Balneário Camboriú Matheus Navarro, que apesar do friozinho deste domingo chuvoso, suou muito para vencer seus adversários.


Navarro domina na praia mole.
Matheus venceu a categoria Open somando 12,85 pontos contra 12,10 pontos de Ramone Lima que ficou na segunda colocação.
A Final da categoria Open foi disputadíssima e emocionante. A cada onda surfada, a liderança se alternava entre os quatro atletas, e faltando menos de cinco minutos para o final da bateria, João Paulo liderava, mas Matheus achou uma boa esquerda e marcou 6,75 pontos e passou para primeiro, deixando João em segundo, ai apareceu Ramone Lima, que também veio numa boa esquerda e mandou um belo aéreo que lhe rendeu um 7,25 pontos e a segunda colocação. 

Faltando 15 segundos para o final da bateria, Ramone que precisava de 5,60 para vencer, consegue achar mais uma onda para delírio da torcida e arrisca tudo, mas faz 4,85 pontos e por pouco não tira o doce da boca de Matheus, que respirou aliviado e confirmou mais uma vitória no Circuito. Completaram o pódio da categoria Open os atletas João Paulo Abreu na terceira colocação e Amilton Alves na quarta colocação.
Matheus Navarro ainda foi o campeão da categoria Junior mostrando que está em ótima fase.  Matheus somou 9,35 pontos contra 8,10 de Yago Dora que ficou na segunda colocação.

Na Categoria Mirim mais a molecada surfou muito bem, mas Luan Wood, surfista do Sul da Ilha de Florianópolis, veio determinado a vencer e somando 9,00 pontos contra 6,55 pontos de André Heiden conquistou o lugar mais alto do pódio.

Na categoria Iniciantes Gustavo Ramos, de são Francisco do Sul também fez uma boa apresentação e venceu a etapa.  Na categoria Infantil o imbitubense Anderson Junior foi o melhor e garantiu a vitória na Praia Mole.
Junior Maciel venceu a categoria Máster e na categoria Feminino a vitória foi de Lívia Guimarães.  
                                                      

Resultados – Praia Mole
OPEN
1º – Matheus Navarro
2º – Ramone Lima
3º – João Paulo Abreu
4º – Amilton Alves
JUNIOR
1º – Matheus Navarro
2º – Yago Dora
3º – Luan Wood
4º – John Ewerton
MIRIM
1º – Luan Wood
2º – André Heiden
3º – Allan Barbosa
4º – Ian Tavares
INICIANTES
1º – Gustavo Ramos
2º – André Heiden
3º – Luan Pereira
4º – Lucas Miguel
INFANTIL
1º – Anderson Junior
2º – Lucas Vicente
3º – Gabriel Carvalho
4º – João Guerreiro
FEMININO
1º – Lívia Guimarães
2º – Marina Resende
3º – Aloha Maciel
4º – Natalia Navarro
MÁSTER
1º – Junior Maciel
2º – Jofrey Seibel
3º – Stewson Crippa
4º – Rafael Simões
Líderes do Ranking Catarinense Fecasurf 2011 após a 4ª Etapa
Open           – João Paulo Abreu    6536 pontos
Júnior                   – Matheus Navarro    7240 pontos
Mirim          - Irvin Ravi                5852 pontos
Iniciantes    - André Heiden          5058 pontos
Infantil         – Lucas Vicente         7040 pontos
Feminino     – Marina Resende      6912 pontos
Máster        - Stewson Crippa       7420 pontos
CALENDÁRIO DO CIRCUITO CATARINENSE AMADOR 2011
Janeiro    - 22 e 23           – 1ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – São Francisco do Sul
Fevereiro -19 e 20          - 2ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Florianópolis
Março     – 26 e 27            - 3ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Barra Velha
Maio        - 14 e 15            - 4ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Florianópolis
Julho       – 16 e 17            - 5ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Itajaí
Setembro – 10 e 11         – 6ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Florianópolis
Outubro   – 22 e 23          - 7ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Laguna
Dezembro – 03 e 04        - 8ª Etapa Circ. Catarinense de Surf Amador           – Imbituba