Você perdeu o primeiro dia de competição do Billabong Pro Brasil?
Estava na escola, no trabalho, no trânsito ou por qualquer outro motivo acabou não vendo o melhor do Round 1 no Arpex e quer ver os highlights de cada bateria?
Demos esse boi e juntamos todas as baterias e os scores para você assistir e acompanhar respectivamente as baterias do Round 1uma por uma na órdem em que aconteceram e poder ver onda a onda, tudo que rolou no primeiro dia do evento.
Se liguem também no Round 2 do evento hoje apartir das 8 da manhã e aguardem por mais novidades diretas do Rio de Janeiro.
Clique aqui para assistir ao evento AO VIVO.
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BATERIAS ROUND 1:
1 Owen Wright (Aus) 13.60, Heitor Alves (Bra) 7.67, Bobby Martinez (EUA) 7.47
2 Adrian Buchan (Aus) 11.84, Kai Otton (Aus) 11.24, Adam Melling (Aus) 11.16
3 Taj Burrow (Aus) 16.33, Ricardo dos Santos (Bra) 11.17, Alejo Muniz (Bra) 10.60
4 Mick Fanning (Aus) 15.07, Simão Romão (Bra) 12.36, Dusty Payne (Haw) 11.66
5 Patrick Gudauskas (EUA) 8.13, Jordy Smith (Afr) 8.07, Igor Morais (Bra) 6.34
6 Kelly Slater (EUA) 15.17, Julian Wilson (Aus) 14.37, Peterson Crisanto (Bra) 3.84
7 Jadson André (Bra) 14.33, Gabe Kling (EUA) 10.66, Bede Durbidge (Aus) 7.90
8 Jeremy Flores (Fra) 13.56, CJ Hobgood (EUA) 10.80, Josh Kerr (Aus) 7.43
9 Damien Hobgood (EUA) 12.00, Raoni Monteiro (Bra) 11.10, Tiago Pires (Por) 7.23
10 Cory Lopez (EUA) 11.54 Chris Davidson (Aus) 10.00, Michel Bourez (Tah) 8.57
11 Daniel Ross (Aus) 14.90, Adriano de Souza (Bra) 14.67, Kieren Perow (Aus) 8.96
12 Taylor Knox (Aus) 15.03, Matt Wilkinson (Aus) 14.70, Joel Parkinson (Aus) 6.20
SEJA BEM VINDO
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Jaqueline Silva vai ficar de molho até 2012
Jacque, que precisou ser submetida a uma cirurgia e ficou cinco dias internada e duas semanas repousando, voltou ao Brasil e agora começa a pensar em voltar a competir em 2012.
A brasileira vem passando por um verdadeiro teste de paciência, acompanhando suas amigas e rivais pela internet sem poder fazer nada. Focada em sua própria saúde, ela ainda não sabe se poderá voltar a surfar nas mesmas condições que tinha antes. Os próximos 3 meses de fisioterapia serão cruciais e poderão dizer muito sobre sua recuperação.
Pensando em sua carreira, a esperança é que a ASP a mantenha na divisão de elite, como costuma fazer com atletas lesionados, mesmo que este tenha participado da temporada inteira. Fiquem ligados nas próximas notícias da recuperação de Jacqueline Silva
Mineirinho vence bateria verde e amarela com show e segue na briga
Quarto do ranking, paulista derrota catarinense Ricardinho dos Santos na repescagem e vai à terceira fase do Rio Pro, terceira etapa do Mundial
Adriano de Souza, Mineirinho, chegou bem cedo ao Arpoador. Ficou vendo, mas não ouvindo as baterias. Escutava música, superconcentrado. Evitou qualquer tipo de susto nos primeiros cinco minutos, quando tirou 8,50 e 7,33. Ainda conseguiu trocar a mais baixa, venceu com tranquilidade a repescagem contra o catarinense Ricardinho dos Santos e se garantiu na terceira fase do Rio Pro. O SporTV.com transmite ao vivo a etapa, terceira do Circuito Mundial.![]() |
| Mineirinho concentrado antes da bateria (Foto: Gabriele Lomba / |
No duelo verde e amarelo, Mineirinho, quarto do ranking, usava camisa amarela. Ricardinho, convidado, estava de azul. Na primeira onda, o paulista acertou duas batidas, conseguiu se equilibrar sobre a prancha: nota 6,17. Não demorou nem um minuto para ir em outra, ainda melhor. Os juízes soltaram 8,50. E ele não parou. Logo depois, nota 7,33 para deixar Ricardinho em combinação.
O catarinense se livrou da “goleada” na metade da bateria, quando arrancou 6,73. Mas Mineirinho também melhorou sua soma. Trocou a nota mais baixa por 7,93, e deixou o adversário precisando de 9,70. A 11 minutos do fim, Mineiro decolou em um aéreo. Mas a onda era fraca, não chegou a entrar no somatório.
| Mineirinho dá show em bateria verde e amarela no Rio Pro (Foto: Wagner Meier / Agência Estado) |
O paulista passou então a brincar, a arricar. Deu uma batida e um floater em uma onda; um aéreo com um giro em outra. Não chegou a trocar notas. O show já estava encerrado; a vaga, assegurada.
- Estou fazendo tudo o que sei em todas as baterias. Com certeza tem um erro ou outro, mas ontem foi uma bateria muito difícil. Hoje eu trabalhei muito nos erros do Ricardo. Ele consegue dar aéreos muito facilmente. Eu sabia desse potencial dele e, graças a Deus, ele não conseguiu completar nenhum.Leia mais notícias de surfe
Repescagem:
1. Jordy Smith AFS x Peterson Crisanto BRA
2. Bede Durbidge AUS x Igor Morais BRA
3. Michel Bourez TAH x Simão Romão BRA
4. Adriano de Souza BRA x Ricardo Santos BRA
5. Joel Parkinson AUS x Kai Otton AUS
6. Matt Wilkinson AUS x Bobby Martinez EUA
7. Kieren Perrow AUS x Gabe Kling EUA
8. Chris Davidson AUS x Josh Kerr AUS
9. Tiago Pires POR x Raoni Monteiro BRA
10. CJ Hobgood EUA x Julian Wilson AUS
11. Heitor Alves BRA x Dusty Payne HAV
12. Adam Melling AUS x Alejo Muniz BRA
terça-feira, 17 de maio de 2011
Alejo é o dono da festa
O prêmio Fluir@Waves 2011 aconteceu na última segunda-feira no clube Costa Brava, Rio de Janeiro (RJ). O Oscar do surf brasileiro, pela décima sétima vez apontou os melhores do Brasil, na opinião dos leitores da revista Fluir e do portal Waves.
A maior e mais tradicional celebração do surf nacional premiou com a Saveiro Volkswagen zerada o catarinense Alejo Muniz, o mais votado pelos internautas. Na segunda colocação ficou o paulista Adriano de Souza e na terceira o potiguar Jadson André.
"Este é o prêmio de maior prestígio que temos aqui no Brasil. Esta é a primeira vez que fui nomeado e já foi logo em várias categorias. Já estava tenso que não tinha vencido nenhuma e ficou pro final, que foi a melhor de todas. Estou muito feliz", comemora Alejo Muniz.
Entre as meninas, quem levou a melhor foi a cearense Silvana Lima, que pela conquista faturou uma moto 0km. A catarinense Jacqueline Silva e a carioca Maya Gabeira foram as outras finalistas.
"Este prêmio representa muito para mim. O prêmio está evoluindo. No ano passado ganhei uma passagem para a Indonésia e agora uma moto. Isto me motiva para melhorar e querer ser sempre a melhor brasileira. Estou super feliz e quero dar parabéns para a Maya Gabeira e Jacqueline Silva", diz Silvana Lima.
A cerimônia de premiação contou com apresentação de Ricardo Bocão, legend do surf brasileiro e proprietário do canal de televisão Woohoo, ao lado de Elaine Gutgold.
Entre os premiados estiveram alguns dos principais nomes do esporte no Brasil, como Alejo Muniz, Adriano de Souza, Jadson André, Silvana Lima, Danilo Couto, Ricardo Wendhausen, Felipe Cesarano, Daniel Friedman, Fábio Gouveia, entre outros.
A premiação aconteceu durante o Billabong Rio Pro, etapa brasileira do ASP World Tour e contou com presença de grandes estrelas do surf mundial, além de ilustres figuras do mercado.
Diversos tops da elite mundial do surf estiveram presentes e prestigiaram o evento, como o dez vezes campeão mundial Kelly Slater.
Confira mais fotos em nossas próximas atualizações.
Vencedores do Prêmio Fluir@Waves 2011
Melhor Surfista - Masculino
1 Alejo Muniz
2 Adriano de Souza
3 Jadson André
Melhor Surfista - Feminino
1 Silvana Lima
2 Jacqueline Silva
3 Maya Gabeira
Revelação do ano Lucas Silveira
Melhor Longboarder Phil Rajzman
Melhor Big Rider Danilo Couto
Melhor Campeonato Hang Loose Pro Contest, Fernado de Noronha (PE)
Melhor Foto Jamie O'Brien, Teahupoo - Foto: Tim McKenna
Melhor Capa Pedro Manga, Teahupoo - Foto: Renato Tinoco
Melhor Anúncio Mormaii
Melhor Delírio Karina Marques
Melhor Tubo Fábio Gouveia, Pipeline, Hawaii
Vaca Mais Sinistra Felipe Cesarano, Waimea, Hawaii
Melhor Manobra Ricardo Wendhausen - Rodeo Clown 540º, praia do Matadeiro (SC
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Alejo Muniz fatura carrão zerado. Foto: Pedro Monteiro. |
A maior e mais tradicional celebração do surf nacional premiou com a Saveiro Volkswagen zerada o catarinense Alejo Muniz, o mais votado pelos internautas. Na segunda colocação ficou o paulista Adriano de Souza e na terceira o potiguar Jadson André.
"Este é o prêmio de maior prestígio que temos aqui no Brasil. Esta é a primeira vez que fui nomeado e já foi logo em várias categorias. Já estava tenso que não tinha vencido nenhuma e ficou pro final, que foi a melhor de todas. Estou muito feliz", comemora Alejo Muniz.
Entre as meninas, quem levou a melhor foi a cearense Silvana Lima, que pela conquista faturou uma moto 0km. A catarinense Jacqueline Silva e a carioca Maya Gabeira foram as outras finalistas.
"Este prêmio representa muito para mim. O prêmio está evoluindo. No ano passado ganhei uma passagem para a Indonésia e agora uma moto. Isto me motiva para melhorar e querer ser sempre a melhor brasileira. Estou super feliz e quero dar parabéns para a Maya Gabeira e Jacqueline Silva", diz Silvana Lima.
A cerimônia de premiação contou com apresentação de Ricardo Bocão, legend do surf brasileiro e proprietário do canal de televisão Woohoo, ao lado de Elaine Gutgold.
Entre os premiados estiveram alguns dos principais nomes do esporte no Brasil, como Alejo Muniz, Adriano de Souza, Jadson André, Silvana Lima, Danilo Couto, Ricardo Wendhausen, Felipe Cesarano, Daniel Friedman, Fábio Gouveia, entre outros.
A premiação aconteceu durante o Billabong Rio Pro, etapa brasileira do ASP World Tour e contou com presença de grandes estrelas do surf mundial, além de ilustres figuras do mercado.
Diversos tops da elite mundial do surf estiveram presentes e prestigiaram o evento, como o dez vezes campeão mundial Kelly Slater.
Confira mais fotos em nossas próximas atualizações.
Vencedores do Prêmio Fluir@Waves 2011
Melhor Surfista - Masculino
1 Alejo Muniz
2 Adriano de Souza
3 Jadson André
Melhor Surfista - Feminino
1 Silvana Lima
2 Jacqueline Silva
3 Maya Gabeira
Revelação do ano Lucas Silveira
Melhor Longboarder Phil Rajzman
Melhor Big Rider Danilo Couto
Melhor Campeonato Hang Loose Pro Contest, Fernado de Noronha (PE)
Melhor Foto Jamie O'Brien, Teahupoo - Foto: Tim McKenna
Melhor Capa Pedro Manga, Teahupoo - Foto: Renato Tinoco
Melhor Anúncio Mormaii
Melhor Delírio Karina Marques
Melhor Tubo Fábio Gouveia, Pipeline, Hawaii
Vaca Mais Sinistra Felipe Cesarano, Waimea, Hawaii
Melhor Manobra Ricardo Wendhausen - Rodeo Clown 540º, praia do Matadeiro (SC
Jadson avança no Arpoador
Com uma grande performance, o potiguar Jadson André avançou direto para a terceira fase do Billabong Rio Pro 2011, terceira etapa do World Tour iniciada nesta terça-feira no Arpoador, Rio de Janeiro (RJ).
Em ondas de 1,5 metros no palco alternativo do evento, o brasileiro, nono colocado do ranking, liderou a sétima bateria da primeira fase desde o início contra o norte-americano Gabe Kling (2o) e o aussie Bede Durbidge (3o).
Jadson abriu o placar com uma forte pancada de frontside de nota 7.50 e fechou o somatório com o melhor tubo do dia até o momento no Arpex, de 6.83 pontos. O potiguar ainda descartou um aéreo de nota 6.00.
Gabe Kling terminou em segundo com 10.66 e Bede Durbige em terceiro, com 7.90. Os dois têm uma nova chance de voltar ao evento principal na bateria da repescagem.
Peterson Crisanto O paranaense Peterson Crisanto, 18, é mais um brasileiro que encara a repescagem do Billabong Rio Pro. Em ondas de 1 metro, Petersinho acabou a sexta bateria do dia em terceiro e não conseguiu superar o inspirado decacampeão e líder do circuito mundial, Kelly Slater.
O norte-americano cravou nota 9.00 em duas pancadas de frontside na maior nota até o momento. Kelly fechou o somatório com 15.17 pontos para terminar à frente do australiano Julian Wilson, segundo colocado com 14.37, e do brasileiro, que somou 3.84 em suas duas melhores ondas.
O Billabong Rio Pro 2011 distribui US$ 500 mil de premiação total, a segunda maior do circuito, e oferece 10 mil pontos ao campeão no ranking do World Tour.
Clique aqui para ver o evento ao vivo.
Primeira fase do Billabong Rio Pro 2011
1 Owen Wright (Aus) 13.60, 2 Heitor Alves (Bra) 7.67 e 3 Bobby Martinez (EUA) 7.47
1 Adrian Buchan (Aus) 11.84, 2 Kai Otton (Aus) 11.24 e 3 Adam Melling (Aus) 11.16
1 Taj Burrow (Aus) 16.33, 2 Ricardo dos Santos (Bra) 11.17 e 3 Alejo Muniz (Bra) 10.60
1 Mick Fanning (Aus) 15.07, 2 Simão Romão (Bra) 12.36 e 3 Dusty Payne (Haw) 11.66
1 Patrick Gudauskas (EUA) 8.13, 2 Jordy Smith (Afr) 8.07 e 3 Igor Morais (Bra) 6.34
1 Kelly Slater (EUA) 15.17, 2 Julian Wilson (Aus) 14.37 e 3 Peterson Crisanto (Bra) 3.84
1 Jadson André (Bra) 14.33, 2 Gabe Kling (EUA) 10.66 e 3 Bede Durbidge (Aus) 7.90
1 Jeremy Flores (Fra) 13.56, 2 CJ Hobgood (EUA) 10.80 e 3 Josh Kerr (Aus) 7.43
1 Damien Hobgood (EUA) 12.00, 2 Raoni Monteiro (Bra) 11.10 e 3 Tiago Pires (Por) 7.23
1 Cory Lopez (EUA) 11.54 2 Chris Davidson (Aus) 10.00 e 3 Michel Bourez (Tah) 8.57
1 Daniel Ross (Aus), 14.90 2 Adriano de Souza (Bra) 14.67 e 3 Kieren Perow (Aus) 8.96
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| Jadson André consegue classificação para o terceiro round do Billabong Rio Pro. Foto: © ASP / Kirstin |
Em ondas de 1,5 metros no palco alternativo do evento, o brasileiro, nono colocado do ranking, liderou a sétima bateria da primeira fase desde o início contra o norte-americano Gabe Kling (2o) e o aussie Bede Durbidge (3o).
Jadson abriu o placar com uma forte pancada de frontside de nota 7.50 e fechou o somatório com o melhor tubo do dia até o momento no Arpex, de 6.83 pontos. O potiguar ainda descartou um aéreo de nota 6.00.
Gabe Kling terminou em segundo com 10.66 e Bede Durbige em terceiro, com 7.90. Os dois têm uma nova chance de voltar ao evento principal na bateria da repescagem.
Peterson Crisanto O paranaense Peterson Crisanto, 18, é mais um brasileiro que encara a repescagem do Billabong Rio Pro. Em ondas de 1 metro, Petersinho acabou a sexta bateria do dia em terceiro e não conseguiu superar o inspirado decacampeão e líder do circuito mundial, Kelly Slater.
O norte-americano cravou nota 9.00 em duas pancadas de frontside na maior nota até o momento. Kelly fechou o somatório com 15.17 pontos para terminar à frente do australiano Julian Wilson, segundo colocado com 14.37, e do brasileiro, que somou 3.84 em suas duas melhores ondas.
O Billabong Rio Pro 2011 distribui US$ 500 mil de premiação total, a segunda maior do circuito, e oferece 10 mil pontos ao campeão no ranking do World Tour.
Clique aqui para ver o evento ao vivo.
Primeira fase do Billabong Rio Pro 2011
1 Owen Wright (Aus) 13.60, 2 Heitor Alves (Bra) 7.67 e 3 Bobby Martinez (EUA) 7.47
1 Adrian Buchan (Aus) 11.84, 2 Kai Otton (Aus) 11.24 e 3 Adam Melling (Aus) 11.16
1 Taj Burrow (Aus) 16.33, 2 Ricardo dos Santos (Bra) 11.17 e 3 Alejo Muniz (Bra) 10.60
1 Mick Fanning (Aus) 15.07, 2 Simão Romão (Bra) 12.36 e 3 Dusty Payne (Haw) 11.66
1 Patrick Gudauskas (EUA) 8.13, 2 Jordy Smith (Afr) 8.07 e 3 Igor Morais (Bra) 6.34
1 Kelly Slater (EUA) 15.17, 2 Julian Wilson (Aus) 14.37 e 3 Peterson Crisanto (Bra) 3.84
1 Jadson André (Bra) 14.33, 2 Gabe Kling (EUA) 10.66 e 3 Bede Durbidge (Aus) 7.90
1 Jeremy Flores (Fra) 13.56, 2 CJ Hobgood (EUA) 10.80 e 3 Josh Kerr (Aus) 7.43
1 Damien Hobgood (EUA) 12.00, 2 Raoni Monteiro (Bra) 11.10 e 3 Tiago Pires (Por) 7.23
1 Cory Lopez (EUA) 11.54 2 Chris Davidson (Aus) 10.00 e 3 Michel Bourez (Tah) 8.57
1 Daniel Ross (Aus), 14.90 2 Adriano de Souza (Bra) 14.67 e 3 Kieren Perow (Aus) 8.96
Rio Pro é adiado outra vez e deve começar nesta terça-feira no Arpoador
Vento forte, chuva e ondas mexidas impedem competição nesta segunda
Vento forte, chuva e ondas mexidas na manhã desta segunda-feira na Barra da Tijuca. Um dia depois de a havaiana Carissa Moore conquistar o título feminino, os organizadores do Rio Pro, diante das condições do mar, adiaram mais uma vez o início do campeonato masculino, terceira etapa do Circuito Mundial. A próxima chamada será na terça, às 7h, no Arpoador.O vento e a chuva eram tão fortes no início da manhã que, por segurança, nem o gerador do palanque foi ligado.
A chave masculina ainda nem começou. A janela de espera vai até domingo. Dependendo das condições do mar, as disputas podem ser transferidas para o Arpoador.
| Dia de vento e chuva no Rio |
Dia de vento e chuva no Rio
Primeira fase masculina:1: Owen Wright (AUS), Heitor Alves (BRA), Bobby Martinez (EUA)
2: Adrian Buchan (AUS), Adam Melling (AUS), Kai Otton (AUS)
3: Taj Burrow (AUS), Alejo Muniz (BRA), Ricardo dos Santos (BRA)
4: Mick Fanning (AUS), Dusty Payne (HAV), Simão Romão (BRA)
5: Jordy Smith (AFS), Patrick Gudauskas (EUA), Igor Morais (BRA)
6: Kelly Slater (EUA), Julian Wilson (AUS), Peterson Crisanto (BRA)
7: Bede Durbidge (AUS), Jadson André (BRA), Gabe Kling (EUA)
8: Jeremy Flores (FRA), C.J. Hobgood (EUA), Josh Kerr (AUS)
9: Damien Hobgood (EUA), Tiago Pires (POR), Raoni Monteiro (BRA)
10: Michel Bourez (TAH), Chris Davidson (AUS), Cory Lopez (EUA)
11: Adriano de Souza (BRA), Kieren Perrow (AUS), Daniel Ross (AUS)
12: Joel Parkinson (AUS), Matt Wilkinson (AUS), Taylor Knox (EUA)
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Taj Burrow visita Morro do Cantagalo e assina prancha para ser leiloada
Acompanhado das brasileiras Maya Gabeira e Silvana Lima, australiano visita o Projeto Favela Surf Clube, que recebeu doações de seu patrocinador
Quando colocou os pés no Morro do Cantagalo, Taj Burrow pensou que encontraria um cenário parecido com o que viu no filme "Cidade de Deus". Era aquela a imagem que tinha de uma favela brasileira. Nesta sexta-feira, o surfista australiano ficou surpreso ao encontrar circunstâncias diferentes da que tinha em mente, durante a visita ao Favela Surf Clube. Na companhia de Maya Gabeira e Silvana Lima, ele foi entregar os dez blocos doados pelo patrocinador e assinou uma prancha, que ainda será autografada pelos demais competidores do Rio Pro, terceira etapa do Circuito Mundial, e leiloada na internet até o fim do evento. O lance mínimo é de R$1.000, e a renda será revertida ao projeto social.- Aqui é muito bonito, é coisa de doido. A situação é difícil, mas é bonito demais. Há alguns anos visitei uma favela na África do Sul, mas lá era em terreno plano, sem essa vista. É muito legal dar oportunidade para essas crianças de fazer surfe e outros esportes. O importante é vê-las felizes e saudáveis - disse Taj.
Leia mais notícias de surfe
leiloada na internet (Foto: Divulgação)
Silvana Lima foi uma que viu a vida tomar outro rumo graças a uma prancha. E fez questão de lembrar os tempos difíceis de sua infância para inspirar as crianças e adolescentes.
- Eu não tinha nem o que comer direito. Quando voltava da aula, pegava fruta e tentava vender para levar dinheiro para casa. Agarrei a oportunidade do surfe e quando vim para o Rio consegui caminhar com as próprias pernas. Que vocês sigam este exemplo porque hoje estou entre as top. Já fui vice mundial duas vezes, mas brasileiro não desiste nunca e vou lutar até o fim da carreira - disse a cearense, que deu uma de suas pranchas para Rômulo, de 16 anos.
Além do exemplo para os futuros surfistas, Maya Gabeira considera importante também a mudança de olhar que os atletas do Circuito têm com relação à cidade após visitas assim.
- Eles têm medo, mas quando chegam aqui vêm que a coisa é diferente. O Taj, por exemplo, não vinha ao Rio há uns oito anos e não acompanhou as mudancas na cidade. Eles saem daqui com impressão positiva e levam isso para fora.
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