SEJA BEM VINDO

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Com megaestrutura e cautela, surfe tenta reconquistar o público carioca

De olho no céu e nas ondas, organizadores do Rio Pro montam esquema para driblar as dificuldades de usar duas sedes: Barra da Tijuca e Arpoador

Entre montanhas de ferro, pregos e parafusos e sob constante barulho de furadeiras, Daniel Setton comemora a reta final de um trabalho que começou há quase um mês. Ele comanda uma equipe que hoje tem cerca de 20 funcionários, mas, daqui a uma semana, deve chegar a 180. Tudo tem de estar pronto para o início do Rio Pro, campeonato que marca a volta do Circuito Mundial  de surfe à cidade do Rio de Janeiro depois de uma década. O desafio? Driblar dificuldades logísticas e climáticas para receber a elite masculina e feminina e tentar reconquistar o público carioca. A janela de espera começa no dia 11 e vai até o dia 22. O SporTV.com vai transmitir ao vivo. Veja mais notícias sobre surfe.
Palanque do Rio Pro Mundial de surfe (Foto: Gabriele Lomba / Globoesporte.com)Palanque do Rio Pro na Barra da Tijuca (Foto: Gabriele Lomba / Globoesporte.com)
Dani fala com a sabedoria de quem passou por poucas e boas nos últimos oito anos. Desde que a única etapa brasileira saiu do estado do Rio de Janeiro – em 2002, foi em Saquarema – e passou a Santa Catarina, ele virou “o" solucionador de problemas. Problemas como uma credencial errada, um fã mais alterado e até um vendaval que destrói todo o palaque.

- Aqui é uma vitrine diferente. Lá (em Imbituba) a gente montava o campeonato e quase ninguém via. Aqui no Rio são milhões de pessoas. Compromisso e responsabilidade maiores.

A vitrine a que Dani se refere é uma estrutura de 1.250 metros quadrados, montada sobre a areia da Praia da Barra. Para montá-la, foram necessários oito caminhões de ferro. Trabalho durante dia, noite e madrugada.

- No Rio a velocidade é maior, pois temos que descarregar os caminhões à noite. Então o trabalho começa durante o dia e só termina à noite. A burocracia é maior, mas tem que ser. Do contrário, todo mundo vai querer fazer evento na praia - diz, referindo-se às muitas autorizações exigidas pela prefeitura.
Surfe montagem do palanque do Arpoador Rio Pro (Foto: Divulgação / Billabong)Palanque do Arpoador, entre coqueiros
(Foto: Divulgação / Billabong)
Um dos desafios foi montar o palco do Arpoador, pico de surfe mais querido da cidade. Lá, o espaço físico é pequeno. Segundo Teco Padaratz, dono da etapa, o "Arpex" será um evento "pé no chão".

Dani & cia precisaram dar vários jeitinhos para adaptar o palanque a obstáculos “naturais”, como coqueiros e bancos.
- Vai ter coqueiro no primeiro e no segundo andar – conta.
Uma outra dor de cabeça que está por vir é o deslocamento dos atletas. Caso as disputam sejam transferidas da Barra para o Arpoador, os surfistas precisarão de pelo menos três horas para chegar até lá. A organização promete providenciar van e isolar uma área para que eles possam chegar ao palanque sem precisar passar pelo meio do público.

- O problema é que nem todo mundo vai de van. Muitos estarão de carro e vão querer ir por conta própria. Vamos reservar uma área para estacionamento e fazer um corredor pelo parque Garota de Ipanema.
Daniel Setton organizador do Rio Pro, Mundial de surfe (Foto: Gabriele Lomba / Globoesporte.com)Daniel Setton, um dos organizadores do Rio Pro
(Foto: Gabriele Lomba / Globoesporte.com)
Preocupação mesmo está no céu. Durante a montagem do palanque, a equipe enfrentou um temporal, mas nada chegou a comprometer o trabalho. Em 2007, um vendaval destruiu quase toda a estrutura em Imbituba. Por sorte, as ondas não estavam boas naquele dia e houve tempo para remontar tudo.

- As condições climáticas preocupam um pouco. Estamos monitorando sempre. Todo evento na praia pega a primeira rajada, o primeiro vento. Estamos preparados.

Apesas das preocupações, tanto Dani quanto Teco torcem para que um dos dias de disputa seja no Arpoador. Torcem mais ainda para que o Rio consiga resgatar algo que os catarinenses defendiam com unhas e dentes.
- Acho que o Rio esqueceu um pouco o que é o surfe. Perdeu aquele orgulho de falar que faz parte dessa tribo, que recebe o Mundial. Vamos recuperar isso agora, tenho certeza - diz Dani.
 

Três cariocas e um catarinense vão competir pela última vaga no Rio Pro

Rei do Arpoador, Simão Romão encara os conterrâneos Leandro Bastos e Igor Morais. Jean da Silva, campeão brasileiro, completa a triagem para o Mundial

Simão Romão no WQS do Arpoador 2009 (Foto: Daniel Smorigo / Divulgação)Simão Romão no WQS do Arpoador 2009
(Foto: Daniel Smorigo / Divulgação)
Das 36 vagas para o Rio Pro, etapa brasileira do Circuito Mundial, apenas uma está aberta. E a briga será entre três cariocas e um catarinense. “Rei” do Arpoador, um dos palcos do campeonato, Simão Romão, bicampeão da etapa carioca da divisão de acesso (WQS), vai encarar os conterrâneos Leandro Bastos e Igor Morais. Jean da Silva, campeão brasileiro, completa a triagem. A janela de espera da competição começa no dia 11 e vai até o dia 22. O SporTV.com vai transmitir ao vivo. Leia mais notícias sobre surfe.

Os cariocas foram convidados pela Federação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro. Jean ganhou a vaga pela Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp).
- Participar do mundial em casa seria realizar um sonho antigo. Já participei de alguns WQSs mas nada se compara ao WT. Será a melhor oportunidade para mostrar meu trabalho e estar entre os melhores do mundo – disse Igor, que durante muito tempo conciliou o surfe com o curso de Fisioterapia.
Com a vaga da triagem, o Brasil terá sete representantes – cinco integrantes da elite e um outro convidado. Peterson Crisanto se juntará ao paulista Adriano de Souza, Mineirinho, o potiguar Jadson André, ao cearense Heitor Alves, ao saquaremense Raoni Monteiro e ao argentino radicado em Santa Catarina Alejo Muniz.

No feminino, o Brasil terá a cearense Silvana Lima e a carioca Maya Gabeira, convidada pelos patrocinadores. A catarinense Jacqueline Silva ainda se recupera de um acidente de carro, sofrido antes da etapa de Bells Beach.
 

‘Ex-flamenguista’, Slater vai ganhar camisa 10 personalizada do Vasco

Clube convidou o decacampeão mundial de surfe para ver o jogo contra o Atlético-PR, em São Januário. Surfista teria dito ser vascaíno e fã de Dinamite

Um ano e meio depois de vestir uma camisa do Flamengo, o americano Kelly Slater será homenageado pelo Vasco da Gama. O clube mandou fazer uma camisa personalizada - número 10, claro - para presentear o decacampeão mundial. O surfista deve chegar ao Rio de Janeiro neste fim de semana e, na quarta-feira, iniciará a disputa do Rio Pro, terceira etapa da temporada. Ele lidera o ranking.
Leia mais notícias de surfe
A camisa será autografada por jogadores e entregue ao surfista. O clube da Colina vai convidá-lo ainda para assistir à partida contra o Atlético-PR, na quinta-feira, às 19h30m, em São Januário, jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil.
O "episódio rubro-negro" foi em dezembro de 2009, no North Shore da ilha de Oahu, no Havaí. O apresentador da TV Globo Luciano Huck tinha ido até lá para levar Naamã, menino de uma comunidade carente carioca, para conhecer o surfista. Naamã é flamenguista. Slater, então, aceitou vestir a camisa do clube e posar para a capa de uma revista brasileira.
Segundo funcionários do Vasco, Slater teria dito que é torcedor do clube, sim, e que tem admiração por Roberto Dinamite, ex-jogador e hoje presidente.

Kelly Slater camisa do Flamengo (Foto: Luciano Huck/TV Globo/ Revista Trip)
Slater com a camisa do Flamengo, em 2009
(Foto: Luciano Huck/TV Globo/ Revista Trip

(O jogo do Vasco contra o Furacão será um dia depois da abertura da janela de espera do Rio Pro. Na manhã seguinte, Slater, que se hospedará em um hotel na Praia da Barra da Tijuca, em frente ao palanque do campeonato, terá que acordar cedo - as chamadas são por volta das 6h. Caso as condições no Arpoador estejam melhores, as disputas podem ser transferidas para lá.

Foi no Rio de Janeiro, em 1992, que Slater conquistou o primeiro de seus dez títulos mundiais. Mas a última vez que ele competiu na cidade foi em 1998, temporada do hexa. Depois disso, ficou três anos afastado do Circuito Mundial e só voltou a competir em 2002, quando a etapa brasileira passou para Saquarema (RJ). O americano, no entanto, abriu mão do campeonato porque estava doente. No ano seguinte, as disputas foram para Santa Catarina.

 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Fotos e resultados do Circuito ASJ 2011 – Vida Marinha na Joaquina

Nesse final de semana rolou mais um Circuito de surf (ASJ.Associação de surf  da Joaquina),
Patrocinado pela a marca Vida Marinha. Destaques para os Atletas Stewson Crippa,  Gabriel Fuca, Lucas Vicente, Lucas Silveira,  Marina Resende e Anderson Junior.  Vejas algumas imagens do evento e todos os resultados.












Final  Feminino

Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Marina Resende8.34
Livia Guimaraes7.80
Daiane Paranhos3.80
Taina Hinkel3.76





Final  Grommets

Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Lucas Vicente10.17
Leonardo Barcelos3.17
Vinicius Barcelos3.83
Taina Hinkel1.90
Matheus Herdy7.40



Final  Infantil
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Anderson Junior9.57
Joao Guerreiro7.40
Lucas Vicente5.93
Matheus Herdy5.80


Final  Interna
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Guilherme Lima1.50
Gabriel Fuca5.33
Eduardo Cechinel5.00
Stewson Crippa8.73




Final  Junior
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Wayan Hinkel7.97
Lucas Silveira5.67
Jhon Everson10.73
Yrvin Ravi6.74



Final  Master
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Rubens Farias8.50
Cheyne Kawane3.70
Stewson Crippa9.94
Guilherme Felisberto5.03



Final  Mirim
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Lucas Silveira10.40
Gabriel Weber5.04
Yhoran Gabardo6.37
Josmar Junior4.43



Final  Open
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Gabriel Fuca10.40
Bruno Silva5.36
Cristian Silva6.33
Stewson Crippa7.50



Final  Feminino
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Marina Resende8.34
Livia Guimaraes7.80
Daiane Paranhos3.80
Taina Hinkel3.76




Final  Grommets
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Lucas Vicente10.17
Leonardo Barcelos3.17
Vinicius Barcelos3.83
Taina Hinkel1.90
Matheus Herdy7.40



Final  Infantil
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Anderson Junior9.57
Joao Guerreiro7.40
Lucas Vicente5.93
Matheus Herdy5.80



Final  Interna
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Guilherme Lima1.50
Gabriel Fuca5.33
Eduardo Cechinel5.00
Stewson Crippa8.73




Final  Junior
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Wayan Hinkel7.97
Lucas Silveira5.67
Jhon Everson10.73
Yrvin Ravi6.74



Final  Master
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Rubens Farias8.50
Cheyne Kawane3.70
Stewson Crippa9.94
Guilherme Felisberto5.03



Final  Mirim
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Lucas Silveira10.40
Gabriel Weber5.04
Yhoran Gabardo6.37
Josmar Junior4.43



Final  Open
Notas da Bateria #01 Onda à Onda
ClsNomeTimePontos
Gabriel Fuca10.40
Bruno Silva5.36
Cristian Silva6.33
Stewson Crippa7.50

fonte: Blog do Banana!

Em 'maratona', Mineirinho diz que novo ranking e calendário prejudicam

'Para a gente é horrível. Nós não temos tempo para treinar direito', conta o brasileiro, que terá apenas três dias para ir da Califórnia ao Rio

Adriano de Souza, Mineirinho, e Heitor Alves provavelmente não imaginavam que a disputa do WQS seis estrelas prime da Califórnia no ano passado pesaria tanto um ano depois. Eles vão competir de novo por lá nesta semana por conta da premiação, claro, e da mudança da regra que define os 32 surfistas da elite. Eles agora têm pontos a defender no ranking unificado. Isso os deixa em uma maratona. O campeonato em Trestles termina no sábado. Na terça, a dupla tem de estar no Rio de Janeiro, já que, no dia seguinte, bem cedinho, começa a janela de espera da etapa brasileira do Circuito Mundial (WT).
Adriano Mineirinho WQS Trestles 2010 (Foto: Divulgação / ASP)
Adriano Mineirinho no WQS Trestles do ano passado
 
Kelly Slater, decacampeão mundial, é a exceção. Não competiu em Trestles no ano passado, mas vai em busca de pontos a mais. Aproveitou que já teria de ir à Califórnia: vai dar uma palestra em um seminário em que um dos participantes é Dalai Lama.
Para Mineirinho, a presença de tops é o lado bom de disputar primes. Mas a correria...
- Para a gente é horrível. Nós não temos tempo nem para treinar direito. Se a gente não competir, cai no ranking. Por outro lado, é como se fosse uma etapa do WT que vai acontecer aqui. Não tenho do que reclamar, mas encaixaram em datas apertadas - disse Mineirinho, em entrevista no Twitter.
A confusão se dá porque o surfe agora tem dois rankings: o mundial - exclusivamente para apontar o campeão mundial - e o unificado - que define os 32 surfistas que seguem na elite. Neste, os surfistas contam os oito melhores resultados dos últimos 12 meses. Slater lidera o primeiro com 15.200 pontos, e o segundo com 69.000. Mineirinho é o quarto do mundial, com 10.500, e 11º no unificado, com 34.213. O 32º hoje é o havaiano Fred Patacchia, com 17.003.
A maratona é mais difícil até setembro. Depois da etapa do WT em Nova York, os 32 primeiros do ranking unificado vão disputar as etapas restantes da temporada. Quem estiver abaixo, estará fora. O novo corte será depois do Pipeline Masters, etapa que fecha o calendário. O carioca Raoni Monteiro, em 40º no unificado e 32º no mundial, é um dos que correm bastante risco.
Mineirinho tem 3.657 pontos a defender pelas semifinais em Trestles - morto no ano passado, o havaiano Andy Irons parou na mesma fase, ao perder para o americano Gabe Kling, campeão da etapa. Heitor defende 2.742 - está em 22º no unificado. A única saída para não ter que disputar WQS é se dar - muito - bem nas etapas do Circuito Mundial.
- Se me der bem na etapa do Brasil vou abdicar de vários, mas tenho que ir bem - disse  Mineirinho.

Slater ‘fura’; Mineirinho, Heitor e Alejo avançam no WQS prime de Trestles

Inscrito para campeonato, americano abre mão da disputa. Dupla brasileira da elite mundial segue na briga por pontos no ranking unificado


 
Surfe Adriano de Souza (Foto: Hilleman)
Adriano de Souza avançou à segunda fase na
Kelly Slater estava escalado, mas não apareceu na praia. O americano decacampeão mundial abriu mão do WQS seis estrelas prime de Trestles e, agora, seu próximo desafio será a etapa brasileira do Circuito Mundial, a partir do dia 11. Já Adriano de Souza, o Mineirinho, Heitor Alves e Alejo Muniz estrearam bem na “maratona” que só vai terminar no Rio de Janeiro. Eles avançaram à segunda fase nas ondas da Califórnia, que recebem, além de surfistas do WQS, alguns top da elite. Todos em busca de pontos no ranking unificado.

Os brasileiros Gabriel Medina, Pablo Paulino, Hizunomê Bettero, Pedro Henrique, Willian Cardoso e Junior Faria também se classificaram. Leo Neves, Wiggolly Dantas, Jerônimo Vargas e Bernardo Pigmeu foram eliminados.

Mineirinho ficou em segundo na bateria vencida pelo americano Bobby Martinez. Também integrante da elite, Bobby arrancou um 9,37 e liderou todo o confronto – sua outra nota era 6,67. O brasileiro, com 7,17 e 7,67, garantiu a segunda vaga, eliminando o americano Dane Gudauskas, local de San Clemente, e o australiano Shaun Cansdell.

Heitor fez uma ótima apresentação na estreia em Trestles. Tirou 8,00 e 7,77 para deixar o havaiano Mason Ho (13,90), o neozelandês Billy Stairmand (12,87) e o catarinense Ricardo dos Santos (11,93) para trás.
Com uma nota 8,83 e outra 7,03, Alejo (15,86) avançou em primeiro na bateria 15. O brasileiro Junio Faria ficou com a segunda vaga, com 12,10 de somatório, deixando para trás o neozelandês Jay Quinn (10,90) e o americano Nat Young (8,50).
Surfe Alejo Muniz (Foto: Hilleman)
Alejo Muniz também passou de fase no WQS seis estrelas prime de Trestles (Foto: Hilleman)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Em dia de show feminino em Sydney, Silvana Lima tira 9,50 e vai às quartas

Havaiana Carissa Moore faz a maior soma do primeiro dia: 19,25 em 20



Mundial de surfe Silvana Lima primeira fase Sydney (Foto: Divulgação / ASP)
Silvana tira nota 9,50 em Sydney (Foto: ASP)

Silvana tira nota 9,50 em Sydney (Foto: ASP)
Em um dia de show feminino nas ondas de dois metros em Dee Why, Silvana Lima foi uma das personagens principais. Com um belo floater, a cearense arrancou uma nota 9,50 e garantiu uma das quatro primeiras vagas para as quartas de final da etapa de Sydney do Circuito Mundial, quarta da temporada.

- Eu queria uma nota 10, mas estou feliz com a vaga nas quartas - disse a brasileira.
Com 16,25 pontos, Silvana mandou a havaiana Coco Ho (13,50) e a australiana Nikki Van Dijik (5,30) para a repescagem.
Mas o grande destaque do dia foi a bateria protagonizada por Carissa Moore. Vice-líder do ranking, a havaiana tirou 9,45 e 9,80. Com 19,25 pontos, deixou a neozelandesa Paige Hareb e a australiana em combinação.
Líder do ranking e vencedora das últimas duas etapas, a australiana Sally Fitzgibbons também se classificou, assim como a compatriota tetracampeã mundial Stephanie Gilmore (quinta).

- É muito importante ter um bom resultado aqui, mas estou tentando não pensar em pontos no ranking ou premiação. Acho que isso traz mais pressão – disse Carissa.


Mundial de surfe Carissa Moore primeira fase Sydney (Foto: Divulgação / ASP)
Carissa Moore faz a maior soma do primeiro dia de competição (Foto: Divulgação / ASP)
 
Carissa Moore faz a maior soma do primeiro dia de competição (Foto: Divulgação / ASP)
Primeira fase
1: Sofia Mulanovich (PER) 12.25, Coco Ho (HAV) 8.40, Rebecca Woods (AUS) 3.65
2:Silvana Lima (BRA) 14.50, Courtney Conlogue (EUA) 13.75, Jessi Miley-Dyer (AUS) 10.25
3: Nikki Van Dijk (AUS) 14.50, Laura Enever (AUS), 12.75, Sally Fitzgibbons (AUS) 11.20
4:Carissa Moore (HAV) 10.85, Claire Bevilacqua (AUS) 6.90, Paige Hareb (NZL) 6.60
5:Stephanie Gilmore (AUS) 12.75, Pauline Ado (FRA) 7.75, Alana Blanchard (HAV) 7.00
6:Tyler Wright (AUS) 17.90, Melanie Bartels (HAV) 15.25, Chelsea Hedges (AUS) 14.25
Segunda fase - repescagem
1: Melanie Bartel (HAV) 13.65 Pauline Ado (FRA) 12.75
2: Coutney Conlogue (EUA) 15.10 Rebecca Woods (AUS) 8.25
3: Sally Fitzgibbons (AUS) 18.25 Claire Bevilacqua (AUS) 13:00
4: Coco Ho (HAV) 14:00 Alana Blanchard (HAV) 9.60
5: Chelsea Hedges (AUS) 12.65 Jessi Miley-Dyer (AUS) 11.95
6: Paige Hareb (AUS) 15:00 Laura Enever (AUS) 13.75
Terceira fase - oitavas
1: Silvana Lima (BRA) 16:25, Coco Ho (HAV) 13.50, Nikki Van Dijik (AUS) 5.30
2: Sally Fitzgibbons (AUS) 16:15, Coutney Conlogue (EUA) 8.55, Sofia Mulanovich (PER) 6.40
3: Carissa Moore (HAV) 19.25, Paige Hareb (NZL) 12.55, Chelsea Hedges (AUS) 9.00
4: Stephanie Gilmore (AUS) 17.85, Tyler Wright (AUS) 16.00, Melanie Bartels (HAV) 14.50